Jan de Cock: JACQUELINE KENNEDY ONASSIS. A Commercial Exhibition

Jan de Cock: JACQUELINE KENNEDY ONASSIS. A Commercial Exhibition

Donnerstag, 15. November 2012Samstag, 12. Januar 2013


Lisboa, Portugal

Jan de Cock
JACQUELINE KENNEDY ONASSIS. A Commercial Exhibition

November 15th, 2012 - January 12th, 2013

INAUGURAÇÃO | OPENING:
15 Novembro, quinta-feira, 21:30
November 15th, thursday, 9:30 pm

A Galeria Filomena Soares tem o prazer de apresentar em Portugal a primeira exposição individual do artista belga JAN DE COCK (Bruxelas, 1976), intitulada JACQUELINE KENNEDY ONASSIS: A Commercial Exhibition, com inauguração a 15 de Novembro (quinta-feira) às 21:30 horas, com a presença do artista. A exposição irá estar patente até o dia 12 de Janeiro de 2013.

As presentes obras foram apresentadas este ano na exposição intitulada JACQUELINE KENNEDY ONASSIS: A Romantic Exhibition, no Staatliche Kunsthalle de Baden-Baden, Alemanha. O artista cria as suas obras através de um "modus operandi" muito particular. A improvisação de sugestivos referentes interagindo com a constante negação de específicos conceitos e materiais, concebe um espaço de extrema liberdade intelectual do discurso artístico. Uma série de esculturas nomeadas Romantik (Romance) consistem em grandes estruturas medindo quase três metros, sobre as quais se adicionam diferentes camadas de madeira e de outros materiais produzidos industrialmente. As obras recordam os anteriores “objectos-expansivos” do artista, mas que agora parecem ter sido empurrados contra a parede, como baixos-relevos. A série de esculturas Krise (Crise), colocadas em frente às anteriores, reproduz fragmentos de outros elementos arquitectónicos. Escadas, pedestais ou pequenos móveis, que parecem ser parte do estúdio do artista, são partes que constituem as esculturas. Ao comprimir espaços tridimensionais em baixos-relevos o artista diminui a distância entre o atelier e a galeria, transformando ambos num só espaço. Outros elementos – ornamentos arquitectónicos, frisos, pequenos elementos decorativos, módulos de madeira, soalho, diversas cores de tinta ou vestígios de moldes de gesso – aparecem em diversas obras. Alguns elementos reaparecem em novas formas, de modo que o espectador é forçado a descodificar as pequenas diferenças e variações nas diversas composições escultóricas que compõem a série. Assim, o espectador oscila de um fragmento para outro em busca de uma narrativa estável e de uma interpretação consciente. Talvez seja na interminável procura de algo inalcançável que o artista sugere um possível mapeamento da decadente sociedade contemporânea.

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Galeria Filomena Soares has the pleasure to present the first solo show in Portugal of the Belgian artist JAN DE COCK (Brussels, 1976), titled JACQUELINE KENNEDY ONASSIS: A Commercial Exhibition. The show will open at Thursday, November 15th, at 9:30 pm, with the presence of the artist and will be on display until January 12th, 2013.

The exhibit works were presented this year at Staatliche Kunsthalle of Baden-Baden, Germany, titled JACQUELINE KENNEDY ONASSIS: A Romantic Exhibition. The artist creates his works using a very particular “modus operandi”. The improvisation of suggestive referents interacting with the constant denial of specific concepts and materials, allow him a space of extreme intellectual freedom of artistic discourse. A series of sculptures named as Romantik (Romance) consists of large structures measuring nearly three meters, over which are accurately added different layers of wood and other industrially produced materials. The works recall attention to the artist’s earlier “expansive-objects”, but now seem to have been pushed against the wall, as bas-reliefs. A series of sculptures Krise (Crisis), placed in front of the previous, reproduces fragments of other architectural element. Stairs, small furniture or pedestals that still seem to be part of the artist’s studio are constituent parts of the sculptures. By compressing three-dimensional spaces into bas-reliefs the artist decreases the distance between the studio and the gallery, transforming both into one space. Other elements – architectural ornaments, beads, small decorative elements, wooden modules, floors, several colors paint, or the traces of a plaster cast – reappear in different works. Some elements recur in new ways so that the viewer is forced to decode the small differences and variations in several sculptures compositions that are part of the same series. Thus, the viewer falters from one fragment to another in search of the stable narrative and conscious interpretation. Maybe it’s this endless demand for something unattainable that artist suggests a possible mapping of decadent contemporary society.